Agora que já me passou mais a euforia, acho que poderia fazer um post como o da
Maria, dizer que Rufus Wainwright, no seu fato às riscas me arrebatou aos primeiros acordes de "Release the Stars", tal como há dois anos me elevou com "Agnus Dei". Que me fez ter vontade de me levantar da cadeira e dançar com "Beautiful Child", "Between My Legs" e "Rules and Regulations", que quase me fez chorar com "Poses", entre tantos momentos divinais... Rufus é grande, sabe o que faz, como ele próprio afirma no seu merchandising, é o "the greatest entertainer alive" (corrijam-me se estiver errada, por favor, memória frouxa como sou...). Cada canção foi um momento sublime. Cada pequena piada, cada conversa com o público um momento doce. Podia dizer isto e muito mais. Mas não digo. Vou deixar os vídeos falar por mim. São uma memória frouxa, para quem lé esteve, mas já se consegue ter uma pequena ideia da qualidade deste artista maravilhoso. Para recordar, quem lá esteve. E para servir de incentivo a quem não esteve - estejam lá para a próxima. Sim, porque vai haver próxima. Vão haver muitas próximas. Porque Rufus ama Lisboa como Lisboa ama Rufus. Ou Portugal ama Rufus. Aos vídeos, portanto:
Os parabéns ao baterista, mais a Beautiful child; (os sacões da câmara denotam a minha vontade de dançar), juntamente com o elogio ao cabelo preto dos portugueses.
A bela Slideshow(esta é para ti, amiga...).
E a despedida da banda, antes do encore. Que belas memórias....
Se quiserem um peek-a-boo do nosso dia pré-concerto, é espreitar
aqui. Devo referir que adoro as figuras marginais da sociedade, que nos maravilham com o seu canto. Mas detesto maus sumos de fruta... ;P