13 de julho de 2009
Nick Cave & The Bad Seeds "Midnight Man"
Para animar um pouco a casa. O meu repeat ultimamente!
A Betty tem o orgulho de anunciar que anda em busca de aquário para alugar, para partilhar com o seu peixinho! :D
Melhores dias se avizinham aqui para o blog, assim que espaço e horários próprios sejam postos em acção!
beijos para todos! espero que gostem da banda sonora!
28 de maio de 2009
Fucking hot!!!!!!
Hoje fiquei com uma certa curiosidade acerca da minha temperatura corporal, enquanto libertava vapor dentro da minha bata azul bebé de técnica administrativa de classe 2.
É sempre uma guerra quando se fala em ligar o ar condicionado, sempre foi.
Mas este ano está pior.
Temos por um lado os funcionários efectivos/a contrato da empresa, obrigados a utilizar a dita inenarrável bata, e por outro os trabalhadores temporários, sem farda, e portanto à fresquinha! Desenha-se assim um cenário típico e previsível, entre o "estou a morrer de calor" de uns, e o "isto não pode estar assim que me dão pontadas nos pulmões" de outros...
Chegamos então à temperatura corporal. Se tivermos em conta que o meu nariz começou a comportar-se como se eu estivesse com febre, suponho que não devia andar muito longe dos 37º. Se calhar estou a exagerar. Se calhar não. Na falta de termómetro, a especulação é o que há.
Solução?
Depois das férias, vou comprar uma mini-ventoinha com alimentação por USB.
E não partilho com ninguém!! (`_´)
É sempre uma guerra quando se fala em ligar o ar condicionado, sempre foi.
Mas este ano está pior.
Temos por um lado os funcionários efectivos/a contrato da empresa, obrigados a utilizar a dita inenarrável bata, e por outro os trabalhadores temporários, sem farda, e portanto à fresquinha! Desenha-se assim um cenário típico e previsível, entre o "estou a morrer de calor" de uns, e o "isto não pode estar assim que me dão pontadas nos pulmões" de outros...
Chegamos então à temperatura corporal. Se tivermos em conta que o meu nariz começou a comportar-se como se eu estivesse com febre, suponho que não devia andar muito longe dos 37º. Se calhar estou a exagerar. Se calhar não. Na falta de termómetro, a especulação é o que há.
Solução?
Depois das férias, vou comprar uma mini-ventoinha com alimentação por USB.
E não partilho com ninguém!! (`_´)
18 de maio de 2009
Ausências presentes
O tempo tem-me escapado ultimamente, perdida que ando na dança lenta da rotina. Lenta? Mas que digo? Rápida como uma sombra!
Num momento acordo, pronta para enfrentar as longas e entediantes horas do dever, só para me achar de novo na cama, morta de cansaço, sem saber para onde foi o meu tempo livre.
Uma hora diária para leitura, talvez, já a contar com os 20 minutinhos que me sobram do almoço. E o resto do tempo para dividir entre a família, a amizade, o amor, materializados nas pessoas que me rodeiam.
Que me rodeiam literalmente, à distância de um braço, de um laço forte como a vida.
As outras, perco-as de vista - volto a apanhar-lhes vislumbres quando emerjo das águas, qual náufraga perdida entre as vagas.
E no entanto, estão sempre presentes.
Por vezes não me lembro que o facto de eu pensar nelas não significa que elas saibam que nelas penso.
Sensação estranha, esta. Eu que sempre me considerei uma amiga minimamente presente, vejo-me de repente na categoria das mais ausentes.
Urge voltar a mim, voltar a eles.
Prometer tentar é fácil. O difícil é tentar.
Fica o pensamento - este, que o meu cérebro meio embrutecido decidiu vomitar em forma de palavreado pseudo-semi-literário, seja lá o que isso for se existir!
Uma nota de cor - e tristemente o acontecimento cultural mais significativo do ano até agora - Antony & The Johnsons no Coliseu de Lisboa:
De cada vez que a voz dele se eleva, sinto um arrepio na espinha. Ondas alternadas de assombro, ternura, e qualquer coisa mais subterrânea percorrem o meu corpo. Alguns primeiros acordes trazem lágrimas aos olhos, outros sorrisos, suspiros, ou pranto descontrolado.
Saio banhada em amor - pelos presentes, pelos ausentes, e por ele - o anjo!
Adenda: É deprimente percorrer a nossa lista de blogues e descobrir que metade ou foi retirado, ou está tão inactivo como nós... É melhor abrir as janelas, que este cheirinho a mofo já se está a tornar desagradável... :/
Num momento acordo, pronta para enfrentar as longas e entediantes horas do dever, só para me achar de novo na cama, morta de cansaço, sem saber para onde foi o meu tempo livre.
Uma hora diária para leitura, talvez, já a contar com os 20 minutinhos que me sobram do almoço. E o resto do tempo para dividir entre a família, a amizade, o amor, materializados nas pessoas que me rodeiam.
Que me rodeiam literalmente, à distância de um braço, de um laço forte como a vida.
As outras, perco-as de vista - volto a apanhar-lhes vislumbres quando emerjo das águas, qual náufraga perdida entre as vagas.
E no entanto, estão sempre presentes.
Por vezes não me lembro que o facto de eu pensar nelas não significa que elas saibam que nelas penso.
Sensação estranha, esta. Eu que sempre me considerei uma amiga minimamente presente, vejo-me de repente na categoria das mais ausentes.
Urge voltar a mim, voltar a eles.
Prometer tentar é fácil. O difícil é tentar.
Fica o pensamento - este, que o meu cérebro meio embrutecido decidiu vomitar em forma de palavreado pseudo-semi-literário, seja lá o que isso for se existir!

Uma nota de cor - e tristemente o acontecimento cultural mais significativo do ano até agora - Antony & The Johnsons no Coliseu de Lisboa:
De cada vez que a voz dele se eleva, sinto um arrepio na espinha. Ondas alternadas de assombro, ternura, e qualquer coisa mais subterrânea percorrem o meu corpo. Alguns primeiros acordes trazem lágrimas aos olhos, outros sorrisos, suspiros, ou pranto descontrolado.
Saio banhada em amor - pelos presentes, pelos ausentes, e por ele - o anjo!
Adenda: É deprimente percorrer a nossa lista de blogues e descobrir que metade ou foi retirado, ou está tão inactivo como nós... É melhor abrir as janelas, que este cheirinho a mofo já se está a tornar desagradável... :/
19 de janeiro de 2009
RIP, João Aguardela

imagem: António Pedro Ferreira (Jornal Expresso)
1969 - 2009
Sem palavras... Ficam-nos as recordações. E a música, sempre a música!
29 de dezembro de 2008
Boas festas - atrasadas, eu sei...
Espero que tenham tido um natal maravilhoso, e os meus votos de uma entrada feliz em 2009!
Vamos contrariar as vozes pessimistas, sim? ;P
Vamos contrariar as vozes pessimistas, sim? ;P
24 de novembro de 2008
Brinquedo novo
26 de outubro de 2008
11 de outubro de 2008
Vou ter saudades tuas...
...até ao fim da minha vida. Minha amiga, minha irmã, minha tia. Estiveste sempre lá para mim, desde que nasci, aturaste as minhas criancices, o meu mau humor de adolescente, e o começo da minha vida adulta. Foste o meu apoio, e eu o teu, quando mo permitias. Deste-me o maior presente que já tive na vida, o meu amor. Querias que nos casássemos, e eu queria que fosses a minha madrinha de casamento. Já não o serás, mas vais sempre ser o nosso anjo. Descansa em paz, minha querida - estás sempre no meu coração.
1 de outubro de 2008
Unfinished Business, White Lies
Um arzinho dos 80, com aquela voz à la Tears for Fears - viciante... ;P
14 de setembro de 2008
Betty Orgulhosa
A Betty orgulha-se de ser a mais recente proprietária de um ligeiro de passageiros!
Não se assustem. ainda não precisam de entrar em pânico, a carta ainda não está tirada... hehe! Afigura-se-me estranho que um dos objectos que mais contribui para a ruína do nosso mundo represente ao mesmo tempo independência e liberdade. Pelo menos para mim, aqui, agora. Uma coisa tão simples como a mobilidade tornou-se imperativa nos dias de hoje. Morar a 10 minutos do emprego é um descanso, mas são dez minutos relativos. Seria talvez uma meia hora bem apressada a andar. De taxi são dez minutos que custam dez euros. De transportes não é nada porque não os há. De bicicleta fazia-se num quarto de hora - mas ser abalroada por um camião não é a minha noção de começar bem o dia! Assim sendo, venha de lá a máquina barulhenta e poluente!
Querem saber a marca e a cor para fugirem não é?
Pf!!! Queriam! ;P
Não se assustem. ainda não precisam de entrar em pânico, a carta ainda não está tirada... hehe! Afigura-se-me estranho que um dos objectos que mais contribui para a ruína do nosso mundo represente ao mesmo tempo independência e liberdade. Pelo menos para mim, aqui, agora. Uma coisa tão simples como a mobilidade tornou-se imperativa nos dias de hoje. Morar a 10 minutos do emprego é um descanso, mas são dez minutos relativos. Seria talvez uma meia hora bem apressada a andar. De taxi são dez minutos que custam dez euros. De transportes não é nada porque não os há. De bicicleta fazia-se num quarto de hora - mas ser abalroada por um camião não é a minha noção de começar bem o dia! Assim sendo, venha de lá a máquina barulhenta e poluente!
Querem saber a marca e a cor para fugirem não é?
Pf!!! Queriam! ;P
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