22 de outubro de 2007

Renascimento

Um velho blog renasce para a vida. Sim, é publicidade descarada.... Mas é uma boa causa!!! =D


Espreitem, podem achar que vale a pena.... É só clicar aqui

P.S.- não tens de quê, paixão....

Beijo para todos, fiquem bem, e boa semana!!

19 de outubro de 2007

Semisonic, Secret Smile

è incrível como certas músicas entram na nossa vida de repente, na hora certa, anos depois de nos terem marcado.... Em repeat por estes dias....

"Nobody knows it, but you've got a secret smile, and you use it only for me..."

18 de outubro de 2007

Momentos FCSH







Eu sei que vou ter saudades deste pátio, das nossas parvoíces, das parvoíces dos outros...
(última foto, da esquerda para a direita: Maria del Sol, Betty Coltrane e Curse of Millhaven)
P.S- Revolta! Não é suposto estarem 27º a 18 de Outubro!!! Quero o Outono de volta!!!
Beijos, fiquem bem!!! =)

12 de outubro de 2007

Between my legs

Para animar depois do post anterior, e para vos deixar ir de fim de semana com um sorriso nos lábios, nada melhor que o meu querido Rufus....

um beijo para todos!! enjoy! :D

10 de outubro de 2007

O sublime


William Blake, Death on a Pale Horse, c.1800, Fitzwilliam Museum, Cambridge


"A morte é a única certeza da vida". Cliché, claro. Mais um. Entre tantos... E no entanto, todos sabemos que é verdade. A diferença reside no modo como lidamos com esta certeza. Não acredito que haja qualquer coisa mais para além do fim da nossa vida orgânica... Acho que morremos e pronto. Acaba-se tudo. E que esta é a única vida que temos. Preciosa, portanto. E muito frágil. Há algo de aflitivo na morte súbita, aquela que chega assim de repente, sem aviso, a maior parte das vezes por uma razão estúpida. Porque tropeçámos e fomos parar à linha do comboio. Porque um condutor apressado e distraído não nos viu na passadeira. Porque caiu um piano do terceiro andar. O que me aflige nisto são aquelas pequenas coisas diárias que ficam súbitamente interrompidas, sem razão. Aquele jantar com os amigos porque tanto ansiávamos e que tinha tantas vezes sido adiado por quase nada. O fato que fica por levantar na lavandaria. Os mails que ficam por ler. E acima de tudo, a dor daqueles que de um segundo para o outro, ficam órfãos de coração... Como se lida com algo assim? É impossível não seguir em frente. Não temos escolha nesta matéria. Nenhuma mesmo. A não ser que nos suicidemos, somos empurrados para a frente por um mundo que não se compadece da dor. Afinal é só mais uma morte. Acontece a toda a hora, em todo o lado. Há coisas para fazer, um dia-a-dia que precisa de nós para manter a sua rotineira existência. Não tenho sinceramente medo de morrer. Tenho medo da dor física. Mas não da morte em si, visto que segundo o meu ponto de vista, nem me irei aperceber dela. Mas tenho receio de não viver. De deixar de um momento para o outro um jantar por comparecer. Um exame por fazer. Ou um blog vazio... No entanto, isso não me provoca medo de viver, pelo contrário. A cada segundo tenho medo do fim da vida, e por isso a cada segundo a amo mais. Cada pequeno momento de perfeição é uma dádiva a aproveitar. Acho que a única coisa que posso fazer é isto. E é dizer àqueles que amo isso mesmo. Que os amo. Tantas vezes quantas as necessárias. E as desnecessárias também. Porque no fim, acho é isso afinal que me horroriza mais. Deixar a vida sem que aqueles que me rodeiam saibam o quanto são queridos por mim. Porque tudo o resto é supérfulo. Necessário, mas supérfulo. Incoerente? Pensem lá um pouco. Talvez não o seja assim tanto... Porque estarei a falar nisto? Porque sim, porque o penso frequentemente, e porque posso não ter mais oportunidade de o fazer. Quem sabe?





No fim de contas, a morte é a demonstração última do SUBLIME...

9 de outubro de 2007