Para ti minha querida... I will ALWAYS be there for you!
Kisses, sista!!
| You Are Picky When it Counts |
Like most sane women, you want a great guy who will treat you well. But you're also willing to put up with a few flaws in your Mr. Right You should congratulate yourself on having a realistic approach to dating. You probably have quite a few great guys you can date! |
| You Make a Great First Impression |
You can handle almost any social situation with grace, even the tricky ones. Strangers often find you charming and interesting. You are often remembered fondly. Even if you're not naturally outgoing, you can make conversation with anyone if you need to. Whether you were born this way or had to work to get here, you are definitely charismatic. You're popular and well liked. People definitely look forward to being around you. Your social connections bring you a full and rich life. You understand how important it is to make a lasting impression. |
| You Go For Brains! |
You want a guy with a big... brain. And of course it would be nice if he were a total hottie, but you're not counting on it. What's on the inside is what counts for you. (Besides, you can always change the outside later!) |
| You'll Find Love Where You Least Expect It |
You're the type most likely to find love... surprised? You shouldn't be! You're a fun, independent woman who is always out and about. And you're smart to sometimes leave your girlfriends behind and go it alone. Men love to approach you when you're out by yourself - including Mr. Perfect! |
I don't know why
but I'm feeling so sad
I long to try something
I never had
Never had no kissin'
Oh, what I've been missin'
Lover man, oh, where can you be?
The night is cold
and I'm so alone
I'd give my soul
just to call you my own
Got a moon above me
But no one to love me
Lover man, oh, where can you be?
I've heard it said
That the thrill of romance
Can be like a heavenly dream
I go to bed with a prayer
That you'll make love to me
Strange as it seems
Someday we'll meet
And you'll dry all my tears
Then whisper sweet
Little things in my ear
Hugging and a-kissing
Oh, what I've been missing
Lover man, oh, where can you be?
Confesso que me continua a saber bem ouvir a voz de Ville Valo... Aqui com Natalia Avelon.
Porque um bombom pop de vez em quando não faz mal ao colesterol...
fiquem bem!! :D
A Pública deste domingo (23/09) trouxe um artigo que me chamou muito a atenção (o facto de eu só escrever sobre ele terça feira à noite diz bastante da minha preguiça inata). Trata então de uma nova subcultura urbana que cresce em Nova Iorque, os Freegan, palavra que surge da contracção de Vegan com free. Em sumário, os freegan tentam viver dos desperdícios da sociedade moderna - reduzindo os seus hábitos de consumo ao mínimo. Pescam nos caixotes do lixo os restos de comida aproveitáveis que os outros não quiseram - principalmente naqueles das superfíceis comerciais, ou dos restaurantes. Para informações detalhadas, visitem o link que está ali acima. Começam inclusivé a ser criados sites de receitas freegan, entre muitos que preconizam este estilo de vida. O artigo, original do Los Angeles Times, foca-se no caso de Madeline Nelson, uma ex-directora de comunicação de uma cadeia de livrarias, que ganhava um salário de centenas de milhares de dólares por ano, e que se tornou freegan em 2005. Reduziu os seus gastos anuais de 72.000 para 18.000 euros, e não compra roupa há três anos, mas continua a comprar papel higiénico e comida para os gatos. O artigo termina informando-nos que «Nelson adorava passear pelos grandes armazéns e comprar livros e sapatos. Agora experimenta a mesma satisfação ao encontrar 20 frangos assados temperados com alecrim num contentor da Gourmet garage ou enquanto conversa com amigos durante um almoço feito com lixo. E nunca foi tão feliz.».
Devo confessar que o conceito me causou alguma repulsa no primeiro instante, pois imediatamente me vieram à memória (visual e olfativa) os contentores fedentes que se encontram pelas nossas ruas. Ao continuar a ler, os meus receios acalmaram-se, e até me surgiu uma certa simpatia pela causa. Tem lógica, de facto. Ironicamente (ou talvez não) é algo só possível nas grandes metrópoles, tais como Nova Iorque. Não estou a ver um Freegan a conseguir sobreviver comodamente sequer em Lisboa, quanto mais em qualquer das outras cidades do nosso país. Bem, um talvez, mas uma comunidade? Não me parece possível, mas e daí talvez eu não tenha uma noção muito boa da qualidade e quantidade de lixo da nossa capital. Em geral não tenho qualquer problema com roupa usada (sou fã acérrima das lojas de roupa em segunda mão e das feiras, e quem me conhece sabe isso), ou com recuperar objectos do lixo (o candeeiro do meu quarto tem essa origem, por exemplo), e adoro criar algo novo com velhos materiais. Continuo no entanto, uma irremediável consumista. Não digo que não pudesse prescindir destes pequenos luxos (música, livros, sapatos e acessórios, principalmente), mas acho que se pudesse escolher, não o faria. E depois, tenho uma relação de amor supremo com a comida e com a culinária (dêem-me uma cozinha bem equipada e eu sou uma mulher feliz). Alimentos frescos, plenos de vitalidade e sabor - fonte de prazer absoluto... A ideia, não deixa no entanto de me cativar. Nunca serei Freegan em Portugal. Mas não digo que não o seria se vivesse em Nova Iorque por exemplo. E visto que ainda não inventaram uma máquina do tempo, continuamos a não saber o que o futuro nos reserva, não é verdade? ;)


Durante anos, esta série acompanhou-me, todo o seu encanto residindo no seu kitsch total e absoluto. Era foleira? Era. Irritante? Também. Óbvia? Um pouco. Mas maravilhosa exactamente por isso! Tinha tudo a que os sonhos de uma rapariga tinham direito: Muito amor, muita troca de roupa, inocência, candura, e um princípe encantado, por quem Bunny soltava suspiros trémulos "oh, Mascarado...". A isso juntam-se todas aquelas coreografias e transformações (a rapariga fazia uma aula de aeróbica de cada vez que se tranformava).
Posso dizer que foi Sailor Moon que me abriu as portas para o fabuloso mundo das séries de animação japonesas, e só por isso terá sempre um lugar no meu coração, mas também por toda a sua inocência kitsch, que mesmo assim não perde aquele elemento de fantasia masculina das rapariguinhas colegiais (que ainda por cima mostravam o corpinho de cada vez que havia um malvado por perto). E depois, o genérico. A banda sonora. Marcou-me, e até hoje dou por mim de repente a cantar "Lunaaa, Lunaaaa, conto gontigooo, nessas lutas, contra o inimigooooo!!!! Monstros sonhos são, lendas ou imaginaçãooooo, Lunaaa, Lunaaa, veeem, lutar pelo beeeemmm!!!!"
As luzes da sala apagam-se, ficam as do palco. Uma figura pequena e frágil surge, cabeça coroada por uma mata de cabelo avermelhado e revolto, a face pintada. O silêncio é preenchido pela música, as palavras não são para aqui chamadas. Acabava de entrar em cena Marcel Marceau, o maior mimo do século XX, num CCB não lotado, mas totalmente rendido. Aos oitenta anos, ainda o seu corpo possuía uma flexibilidade de dançarino, enquanto realiza o seu teatro da vida, as mãos como pássaros movendo-se e transformando o espaço. Bip surge na segunda parte, calças brancas subidas, camisola de peitilho às riscas, cara branca. Torna-se um amante, duas pessoas numa, um abraço apertado num corpo que é dois. Chora, ri. Faz-nos chorar e rir com ele.
O Artista em todo o seu esplendor, aquele que é capaz de encher uma sala com a sua mera presença. Foi esta a impressão que Marcel Marceau deixou em mim, numa tarde de Dezembro, quatro anos atrás. Morreu ontem, aos 84 anos. Uma perda para o mundo, mas mais uma aquisição para a imortalidade! Fecho com uma homenagem em vídeo - pois, de facto, com Marceau, as palavras são o menos importante...Porque há obras assim, que quantas mais vezes as vemos mais gostamos delas. A razão pela qual eu adoro o Tom Hanks, faça ele o que fizer. Um dos filmes da minha vida, sem sombra de dúvida... ( e só de ver o trailer fico com lágrimas nos olhos)
Quem quer um chocolate?