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Egon Schiele é um dos meus artista favoritos... E olhem que não é nada fácil escolher! No entanto, fiz um trabalho para lá de mau sobre ele... Demasiado amor? Quiçá! A pedido de muitas famílias (ok, a pedido da Arya), aqui vos deixo um excerto do referido trabalho, a conclusão, mais precisamente... =)Está quase, já só faltam dois!!!! Fica desde já prometido um post sobre o belo jantar de verão dado pelo Comendador Berardo na Bacalhôa... Assim que despachar aqui a Aurélia!!! ;)

Um dos meus textos favoritos, que já cheguei a trabalhar... Esta é a melhor declamação, maravilhosa! Algo que todos os portugueses devem conhecer, uma obra fundamental do nosso século XX! «MORRA O DANTAS, MORRA! PIM!»

Em cima, Morimura, Portrait (Futago), 1989, e em baixo o original, Olympia, de Édouard Manet, 1863


E esta, hum? Marcel Duchamp transvestido de mulher - sentido duplo duplicado! =)
E aqui como Marilyn Monroe (Idem)| You Are Surrealism |
Dreamy and idealistic, you've created a world that is all your own. It's very likely that you've either dabbled in drugs or are naturally trippy. You are always trying to push beyond the boundaries of your culture and society. You believe that art, love, and freedom can change the world. |
Rodin - A CatedralTenho passado os últimos dias a pensar no conceito de alma gémea... Acreditam que existe uma alma gémea por aí à solta, á espera que tropecemos nela/e? Então é porque estão apaixonados, e em princípio de relação, de certeza. Acertei? Pois, só não acerto no Euromilhões... ;)
Brincadeiras á parte, estou cada vez mais convencida de que as nossas percepções deste assunto estão intimamente ligadas aos estados da nossa vida (não vida no meu caso) amorosa. Lendo isto, parece-me de facto estúpidamente óbvio... Enfim, continuando, é claro que a alguns românticos idealistas, esta bela ideia atrai como se de uma directriz de vida se tratasse. Eu não estou desencatada com o amor, apesar do que o meu tom possa deixar transparecer. Só estou a rever seriamente as MINHAS directrizes... Certo, ex-romântica idealista em processo de crescimento. A sociedade moderna não me parece o local ideal para se ter uma alma gémea. As pessoas estão demasiado ocupadas a preocuparem-se consigo mesmas para se darem ao trabalho de CONHECER o outro. Não é travar conhecimento, isso é fácil. É conhecer a sério, o mais profundamente possível... Ou, já que falamos nisso, conhecerem-se a si próprias. Mais uma vez, a diferença de termos é importante - preocupar é fácil. Conhecer é difícil, exige reflexão, logo exige tempo, que vale petróleo, logo não pode ser desperdiçado em coisas de somenos importância como estas... Como é que é possível ter sequer a esperança da existência de uma alma gémea nestas condições? Ná!!! Não me parece! Enfim, acho que temos de nos contentar com um ser humano normal, com o qual tenhamos de resolver as nossas diferenças, e que tenha o azar de nos cair ao caminho! =)
Um grande beijo, tenham ou não encontrado a metade perdida da vossa alma!
