2 de outubro de 2007

Quiz night:

You Are Picky When it Counts

Like most sane women, you want a great guy who will treat you well.
But you're also willing to put up with a few flaws in your Mr. Right
You should congratulate yourself on having a realistic approach to dating.
You probably have quite a few great guys you can date!
Quanto à última frase: i wish!

You Make a Great First Impression

You can handle almost any social situation with grace, even the tricky ones.
Strangers often find you charming and interesting. You are often remembered fondly.
Even if you're not naturally outgoing, you can make conversation with anyone if you need to.

Whether you were born this way or had to work to get here, you are definitely charismatic.
You're popular and well liked. People definitely look forward to being around you.
Your social connections bring you a full and rich life. You understand how important it is to make a lasting impression.
Espero bem que sim! Quem me conhece que confirme (ou não.. )

You Go For Brains!

You want a guy with a big... brain.
And of course it would be nice if he were a total hottie, but you're not counting on it.
What's on the inside is what counts for you. (Besides, you can always change the outside later!)
Ora nem mais!! ;P

You'll Find Love Where You Least Expect It

You're the type most likely to find love... surprised?
You shouldn't be! You're a fun, independent woman who is always out and about.
And you're smart to sometimes leave your girlfriends behind and go it alone.
Men love to approach you when you're out by yourself - including Mr. Perfect!
Isso é o que toda a gente me diz... Já aparecias, não?!!
Falta de criatividade + carência emocional dá nisto... ;P

1 de outubro de 2007

Lover Man

I don't know why

but I'm feeling so sad

I long to try something

I never had

Never had no kissin'

Oh, what I've been missin'

Lover man, oh, where can you be?


The night is cold

and I'm so alone

I'd give my soul

just to call you my own

Got a moon above me

But no one to love me

Lover man, oh, where can you be?


I've heard it said

That the thrill of romance

Can be like a heavenly dream


I go to bed with a prayer

That you'll make love to me

Strange as it seems


Someday we'll meet

And you'll dry all my tears

Then whisper sweet

Little things in my ear

Hugging and a-kissing

Oh, what I've been missing

Lover man, oh, where can you be?

29 de setembro de 2007

Tópicos II

(foto tirada algures na 25 de abril, numa destas manhãs)

1- Hoje o autocarro em que eu seguia de manhã levou o pára-choques de um carro que não se dignou a parar à vista de tal monstro... Desconfio que o motorista do carro queria provar alguma coisa a alguém. Ou então era simplesmente estúpido. Se não é que não são as duas a mesma coisa...


2 - Segundo dia de colóquio (Criação e Constrangimento, FCSH - UNL), capinha e tal, consegui só adormecer numa das comunicações, apesar de me ter levantado às seis e um quarto... Um ponto em relação a ontem (adormeci em quase todas, god damn!)! Foram semíticos e só enchiam meio copo de chá. Mas os pastéis de nata estavam bons... hehe.



3- Adoro bifanas! Num café/tasca ali na avenida de Berna que tem uns queques de meio quilo. Mesmo bem feitas, à antiga. A nadar em mostarda.


4- Momento mais belo do dia: morta de cansaço, no comboio, a ver a chuva lá fora e a ouvir Antony and the Johnsons, enquanto passava a ponte e um banco de nevoeiro cobria o rio. O cristo rei estava molhado. Eu estava feliz. Sou mesmo filha do Outono, está visto...
5- Vi muita gente de chinelinho e pé molhado a olhar com inveja para as minhas galochas de padrão leopardo. Ah pois é...


6- Sabem quando estão tão cansados que já nem cansados estão? Pois. O mundo ganha outras dimensões... Gosto destes estados.


Fiquem bem!

27 de setembro de 2007

Para dar as boas vindas ao outono...

... um pouco de Sweet Summer Wine...

Confesso que me continua a saber bem ouvir a voz de Ville Valo... Aqui com Natalia Avelon.

Porque um bombom pop de vez em quando não faz mal ao colesterol...

fiquem bem!! :D

25 de setembro de 2007

«Freegan, os recolectores dos tempos modernos»

A Pública deste domingo (23/09) trouxe um artigo que me chamou muito a atenção (o facto de eu só escrever sobre ele terça feira à noite diz bastante da minha preguiça inata). Trata então de uma nova subcultura urbana que cresce em Nova Iorque, os Freegan, palavra que surge da contracção de Vegan com free. Em sumário, os freegan tentam viver dos desperdícios da sociedade moderna - reduzindo os seus hábitos de consumo ao mínimo. Pescam nos caixotes do lixo os restos de comida aproveitáveis que os outros não quiseram - principalmente naqueles das superfíceis comerciais, ou dos restaurantes. Para informações detalhadas, visitem o link que está ali acima. Começam inclusivé a ser criados sites de receitas freegan, entre muitos que preconizam este estilo de vida. O artigo, original do Los Angeles Times, foca-se no caso de Madeline Nelson, uma ex-directora de comunicação de uma cadeia de livrarias, que ganhava um salário de centenas de milhares de dólares por ano, e que se tornou freegan em 2005. Reduziu os seus gastos anuais de 72.000 para 18.000 euros, e não compra roupa há três anos, mas continua a comprar papel higiénico e comida para os gatos. O artigo termina informando-nos que «Nelson adorava passear pelos grandes armazéns e comprar livros e sapatos. Agora experimenta a mesma satisfação ao encontrar 20 frangos assados temperados com alecrim num contentor da Gourmet garage ou enquanto conversa com amigos durante um almoço feito com lixo. E nunca foi tão feliz.».
Devo confessar que o conceito me causou alguma repulsa no primeiro instante, pois imediatamente me vieram à memória (visual e olfativa) os contentores fedentes que se encontram pelas nossas ruas. Ao continuar a ler, os meus receios acalmaram-se, e até me surgiu uma certa simpatia pela causa. Tem lógica, de facto. Ironicamente (ou talvez não) é algo só possível nas grandes metrópoles, tais como Nova Iorque. Não estou a ver um Freegan a conseguir sobreviver comodamente sequer em Lisboa, quanto mais em qualquer das outras cidades do nosso país. Bem, um talvez, mas uma comunidade? Não me parece possível, mas e daí talvez eu não tenha uma noção muito boa da qualidade e quantidade de lixo da nossa capital. Em geral não tenho qualquer problema com roupa usada (sou fã acérrima das lojas de roupa em segunda mão e das feiras, e quem me conhece sabe isso), ou com recuperar objectos do lixo (o candeeiro do meu quarto tem essa origem, por exemplo), e adoro criar algo novo com velhos materiais. Continuo no entanto, uma irremediável consumista. Não digo que não pudesse prescindir destes pequenos luxos (música, livros, sapatos e acessórios, principalmente), mas acho que se pudesse escolher, não o faria. E depois, tenho uma relação de amor supremo com a comida e com a culinária (dêem-me uma cozinha bem equipada e eu sou uma mulher feliz). Alimentos frescos, plenos de vitalidade e sabor - fonte de prazer absoluto... A ideia, não deixa no entanto de me cativar. Nunca serei Freegan em Portugal. Mas não digo que não o seria se vivesse em Nova Iorque por exemplo. E visto que ainda não inventaram uma máquina do tempo, continuamos a não saber o que o futuro nos reserva, não é verdade? ;)

Fiquem bem!

24 de setembro de 2007

"Eu sou a navegante da lua..."

"...e vou castigar-te!!!"


Não há concerteza ninguém da minha idade que não conheça esta série de anime, rapaz ou rapariga, ela era omnipresente. E eu amava! Sailor Moon, a Navegante da Lua, na versão portuguesa.

Que não se lembra das trapalhadas de Bunny Tsukino, que me apresentaram à famosa gota de suor na testa das personagens, coisa que até então não me tinha passado pela vista? Ou do seu amor desenfreado pelo seu Mascarado (que lá para a terceira série até era marido dela na lua, ou lá o que era. Eles lá andaram a brincar com o espaço/tempo, jé nem me lembro bem)? Das lutas com as colegas, do gato Luna, dos gritos histéricos, das longas madeixas douradas? E principalmente das vozes agudas da tradução portuguesa... (conhecendo as vozes femininas japonesas de anime, desconfio que o original não fosse muito melhor...)
Durante anos, esta série acompanhou-me, todo o seu encanto residindo no seu kitsch total e absoluto. Era foleira? Era. Irritante? Também. Óbvia? Um pouco. Mas maravilhosa exactamente por isso! Tinha tudo a que os sonhos de uma rapariga tinham direito: Muito amor, muita troca de roupa, inocência, candura, e um princípe encantado, por quem Bunny soltava suspiros trémulos "oh, Mascarado...". A isso juntam-se todas aquelas coreografias e transformações (a rapariga fazia uma aula de aeróbica de cada vez que se tranformava).

Posso dizer que foi Sailor Moon que me abriu as portas para o fabuloso mundo das séries de animação japonesas, e só por isso terá sempre um lugar no meu coração, mas também por toda a sua inocência kitsch, que mesmo assim não perde aquele elemento de fantasia masculina das rapariguinhas colegiais (que ainda por cima mostravam o corpinho de cada vez que havia um malvado por perto). E depois, o genérico. A banda sonora. Marcou-me, e até hoje dou por mim de repente a cantar "Lunaaa, Lunaaaa, conto gontigooo, nessas lutas, contra o inimigooooo!!!! Monstros sonhos são, lendas ou imaginaçãooooo, Lunaaa, Lunaaa, veeem, lutar pelo beeeemmm!!!!"


Para quem tiver saudades, fica um vídeo... "Lunaaaa, Lunaaa...." Ai, que saudades!!!!!!
Fiquem bem!!! :D

23 de setembro de 2007

R.I.P., Marcel Marceau...

As luzes da sala apagam-se, ficam as do palco. Uma figura pequena e frágil surge, cabeça coroada por uma mata de cabelo avermelhado e revolto, a face pintada. O silêncio é preenchido pela música, as palavras não são para aqui chamadas. Acabava de entrar em cena Marcel Marceau, o maior mimo do século XX, num CCB não lotado, mas totalmente rendido. Aos oitenta anos, ainda o seu corpo possuía uma flexibilidade de dançarino, enquanto realiza o seu teatro da vida, as mãos como pássaros movendo-se e transformando o espaço. Bip surge na segunda parte, calças brancas subidas, camisola de peitilho às riscas, cara branca. Torna-se um amante, duas pessoas numa, um abraço apertado num corpo que é dois. Chora, ri. Faz-nos chorar e rir com ele.O Artista em todo o seu esplendor, aquele que é capaz de encher uma sala com a sua mera presença. Foi esta a impressão que Marcel Marceau deixou em mim, numa tarde de Dezembro, quatro anos atrás. Morreu ontem, aos 84 anos. Uma perda para o mundo, mas mais uma aquisição para a imortalidade! Fecho com uma homenagem em vídeo - pois, de facto, com Marceau, as palavras são o menos importante...

21 de setembro de 2007

"A vida é como uma caixa de chocolates, nunca se sabe o que está lá dentro"

Porque há obras assim, que quantas mais vezes as vemos mais gostamos delas. A razão pela qual eu adoro o Tom Hanks, faça ele o que fizer. Um dos filmes da minha vida, sem sombra de dúvida... ( e só de ver o trailer fico com lágrimas nos olhos)

Quem quer um chocolate?

19 de setembro de 2007

Almas gémeas II

Sombra de um casal de namorados incomodado por nós no castelo de Palmela

Não é primeira vez que escrevo sobre este tema. Possivelmente não será a última, visto que de quando em vez me volta à mente. É uma ideia muito agradável, a de que haverá possivelmente uma pessoa que nos complementa. Tal como me é agradável a ideia de ter uma alma. Não sei se a tenho, no entanto, e assim, como poderia ter esta uma metade perdida? Há certamente, por outro lado, pessoas que partilham da mesma solidão (seja esta pequena ou grande), dos mesmos interesses (cada vez mais fácil), e quiçá de uma mesma maneira de ver a vida. Sempre houve, dizem vocês, é a história das relações humanas. Certo. Mas a diferença é que essas pessoas agora estão ao alcance de um toque no botão de um rato, de um programa de computador, dentro da luz de um ecrã, na intimidade das nossas casas. A blogoesfera é um exemplo acabado disso mesmo... Não faltam por aí locais onde um cibernauta pode conhecer pessoas, e mesmo alguns especializados em acabar com a solidão alheia. Estamos então perante toda uma nova dimensão do relacionamento, como não se viu em milénios de história. De base intelectual, é fundamentado num pressuposto de confiaça à priori: confiamos que quem está do outro lado está a ser sincero, que não nos engana, que não nos leva a acreditar numa falácia. Nem sempre é assim, obviamente, é um dos atractivos deste tipo de meio - poder criar uma outra pessoa, que achamos mais brilhante que o nosso eu, um upgrade de personalidade! Agora, por muito que estejamos adaptados à tecnologia, o nosso corpo não está programado para responder a estímulos puramente intelectuais, quando se trata de paixão, ou seja, da famosa alma gémea. Qual é o tipo de amor que nasce quando não se ouve uma voz, quando não se sente um abraço, quando não se cheira um perfume? Poderá ser chamado amor ainda? Ou será esta a verdadeira busca da alma gémea, no fim? - porque se não há corpo, esta é verdadeiramente a simbiose de duas almas. Tais são as maravilhas da tecnologia, hum?
(não percam muito tempo a pensar porque é que eu estou a falar disto. tempo a mais em frente ao computador, é o que é... hehe!!!)