em Malpartida de Cáceres! Cerca de 300km, que valem muito a pena!!! Wolf Vostell, importante artista alemão, pertencente ao movimento "Fluxus", e o percursor da video-arte, construiu este museu nas antigas instalações de um lavadouro de lã. Museu de arte contemporânea sediado num espaço lindíssimo, no centro de um parque natural, é verdadeiramente excepcional!
1 de julho de 2007
A beleza das visitas de estudo!!! =)
em Malpartida de Cáceres! Cerca de 300km, que valem muito a pena!!! Wolf Vostell, importante artista alemão, pertencente ao movimento "Fluxus", e o percursor da video-arte, construiu este museu nas antigas instalações de um lavadouro de lã. Museu de arte contemporânea sediado num espaço lindíssimo, no centro de um parque natural, é verdadeiramente excepcional!
29 de junho de 2007
Jantar de verão, Bacalhôa
Está quase, está quase...
Está quase, já só faltam dois!!!! Fica desde já prometido um post sobre o belo jantar de verão dado pelo Comendador Berardo na Bacalhôa... Assim que despachar aqui a Aurélia!!! ;)
27 de junho de 2007
Babooshka, babooshka, babooskha, yai yai!!!
(dançandoooo....) Até à vista!!!!! :D
26 de junho de 2007
Hoje sinto-me...

25 de junho de 2007
24 de junho de 2007
Christine vs Karma police
Ontem vi pela 4ª ou 5ª vez o excelente Christine de John Carpenter, de 1984. Baseado num romance de Stephen King, é a história de um carrão clássico de sexo feminino, muito ciumento e de péssimos fígados! Lindo! Mas não é sobre o filme que quero escrever. Só ontem me dei conta de que o video de Karma Police dos Radiohead contém parecenças com uma das cenas emblemáticas de christine, esta aqui de baixo. Pelo menos, assim me pareceu.
É muito interessante a reflexão que nos levanta todo este sistema de citações dentro dos media (utilizo este termo porque a variedade hoje em dia não se limita nem por sombras ao audio-visual), que constituem a base da cultura de fãs - e que tem uma expressão previlegiada aqui, no mundo dos blogues. É através destas ligações que a nossa comunicação e identificação se processa, que se criam laços, e se estabelece a hierarquia entre aqueles que são capaz de as identificar, e que portanto se inserem dentro do nosso círculo, e aqueles que estão fora. Este assunto dá uma tese, e pode ser muito mais desenvolvido, mas agora não estou com cabeça para isso, embora seja uma matéria que se insira muito bem no que ando a estudar.
Um beijo, deixo-vos com as imagens! =))
23 de junho de 2007
7 Maravilhas da blogoesfera

Ora aqui vai a minha humilde votação para esta brilhante iniciativa! Regulamentos no Sentido das coisas, aqui e aqui.
22 de junho de 2007
Who Framed Roger Rabbit?

21 de junho de 2007
Guilty Pleasures...

Costumo deixar o Media Player em modo aleatório, para usufruir de toda a playlist. O que é que isso interessa, pensam vocês? Interessa porque estando eu concentrada a esmiuçar o manifesto surrealista, de repente me salta uma música que foi importantíssima na minha adolescência, e que já não ouvia há imenso tempo: Join me in death, dos HIM aka His Infernal Majesty. Aliás, Razorblade Romance, foi o álbum que mais ouvi, over and over again na complicada fase dos 14 - 16 anos... Comprei-o no dia do baile de finalistas do 9º ano, e a minha tia, que estava comigo, pensou que o Ville era uma mulher! Foi o meu consolo, a minha fonte de alegria. A cabeça cheia de pensamentos mórbidos (nada suaves mesmo - inside joke ali para a Maria...) enchia-me de uma sensação de ser alguém, uma mente em funcionamento, que merecia o lugar que o estúpido corpo ocupava neste mundo... Sim, era gótica q.b., mas não na parte estética (bem, um bocadinho, mas nada que se notasse muito! A minha mãe estava sempre a implicar com o risco nos olhos e com as unhas azuis...), mais no pensamento. Mas sempre prezei demasiado a originalidade e a liberdade para me estar a inserir em grupos! Adiante! Ville Valo, esse príncipe do gelo, esse filandês sexy e pálido, andrógino o suficiente para despoletar paixões avassaladoras numa adolescente fixada na estética Romântica. Era o meu modelo de homem na altura, devo confessar (agora é mais o Nick Cave... ffffff!!!). E continuo a gostar da sua voz. Sim, HIM é música para gajas. É pop disfarçado. As músicas são todas parecidas, em letra e melodia. É mel disfarçado de vinagre. Mas quando a minha cabeça está a rebentar de tanto estudo e pensamento, é um bálsamo que vai directo ao coração. Foi o meu primeiro concerto, a 10 de Novembro de 2001, véspera do meu 16º aniversário, a melhor prenda que me podiam ter dado. Pode dizer-se que comecei o dia de anos ao som da minha banda favorita (na altura). E ainda hoje me arrepia ouvir Join me in death, e lembrar-me de um Coliseu a abarrotar e a gritar a plenos pulmões "This life ain't worth living!!". Eu acho que merece, sempre achei. Mas mesmo assim, gritei, com toda a alegria do meu coração - porque este é o poder da música! Deixo-vos com o vídeo, a versão da banda. A primeira versão que eu vi (e que me fez apaixonar) foi a da banda sonora de Existenz, com umas luzes verdes muito cool. ;)
A poison kiss for you all! ;P
