27 de junho de 2007
Babooshka, babooshka, babooskha, yai yai!!!
(dançandoooo....) Até à vista!!!!! :D
26 de junho de 2007
Hoje sinto-me...

25 de junho de 2007
24 de junho de 2007
Christine vs Karma police
Ontem vi pela 4ª ou 5ª vez o excelente Christine de John Carpenter, de 1984. Baseado num romance de Stephen King, é a história de um carrão clássico de sexo feminino, muito ciumento e de péssimos fígados! Lindo! Mas não é sobre o filme que quero escrever. Só ontem me dei conta de que o video de Karma Police dos Radiohead contém parecenças com uma das cenas emblemáticas de christine, esta aqui de baixo. Pelo menos, assim me pareceu.
É muito interessante a reflexão que nos levanta todo este sistema de citações dentro dos media (utilizo este termo porque a variedade hoje em dia não se limita nem por sombras ao audio-visual), que constituem a base da cultura de fãs - e que tem uma expressão previlegiada aqui, no mundo dos blogues. É através destas ligações que a nossa comunicação e identificação se processa, que se criam laços, e se estabelece a hierarquia entre aqueles que são capaz de as identificar, e que portanto se inserem dentro do nosso círculo, e aqueles que estão fora. Este assunto dá uma tese, e pode ser muito mais desenvolvido, mas agora não estou com cabeça para isso, embora seja uma matéria que se insira muito bem no que ando a estudar.
Um beijo, deixo-vos com as imagens! =))
23 de junho de 2007
7 Maravilhas da blogoesfera

Ora aqui vai a minha humilde votação para esta brilhante iniciativa! Regulamentos no Sentido das coisas, aqui e aqui.
22 de junho de 2007
Who Framed Roger Rabbit?

21 de junho de 2007
Guilty Pleasures...

Costumo deixar o Media Player em modo aleatório, para usufruir de toda a playlist. O que é que isso interessa, pensam vocês? Interessa porque estando eu concentrada a esmiuçar o manifesto surrealista, de repente me salta uma música que foi importantíssima na minha adolescência, e que já não ouvia há imenso tempo: Join me in death, dos HIM aka His Infernal Majesty. Aliás, Razorblade Romance, foi o álbum que mais ouvi, over and over again na complicada fase dos 14 - 16 anos... Comprei-o no dia do baile de finalistas do 9º ano, e a minha tia, que estava comigo, pensou que o Ville era uma mulher! Foi o meu consolo, a minha fonte de alegria. A cabeça cheia de pensamentos mórbidos (nada suaves mesmo - inside joke ali para a Maria...) enchia-me de uma sensação de ser alguém, uma mente em funcionamento, que merecia o lugar que o estúpido corpo ocupava neste mundo... Sim, era gótica q.b., mas não na parte estética (bem, um bocadinho, mas nada que se notasse muito! A minha mãe estava sempre a implicar com o risco nos olhos e com as unhas azuis...), mais no pensamento. Mas sempre prezei demasiado a originalidade e a liberdade para me estar a inserir em grupos! Adiante! Ville Valo, esse príncipe do gelo, esse filandês sexy e pálido, andrógino o suficiente para despoletar paixões avassaladoras numa adolescente fixada na estética Romântica. Era o meu modelo de homem na altura, devo confessar (agora é mais o Nick Cave... ffffff!!!). E continuo a gostar da sua voz. Sim, HIM é música para gajas. É pop disfarçado. As músicas são todas parecidas, em letra e melodia. É mel disfarçado de vinagre. Mas quando a minha cabeça está a rebentar de tanto estudo e pensamento, é um bálsamo que vai directo ao coração. Foi o meu primeiro concerto, a 10 de Novembro de 2001, véspera do meu 16º aniversário, a melhor prenda que me podiam ter dado. Pode dizer-se que comecei o dia de anos ao som da minha banda favorita (na altura). E ainda hoje me arrepia ouvir Join me in death, e lembrar-me de um Coliseu a abarrotar e a gritar a plenos pulmões "This life ain't worth living!!". Eu acho que merece, sempre achei. Mas mesmo assim, gritei, com toda a alegria do meu coração - porque este é o poder da música! Deixo-vos com o vídeo, a versão da banda. A primeira versão que eu vi (e que me fez apaixonar) foi a da banda sonora de Existenz, com umas luzes verdes muito cool. ;)
A poison kiss for you all! ;P
20 de junho de 2007
50 anos de arte portuguesa na Gulbenkian
Hoje, sugestão cultural... É claro que nem todos têm o previlégio de ter uma das comissárias da exposição a fazer-vos a vista guiada, mas também não têm que a aturar nas aulas! lol! Falo da Doutora Raquel Henriques da Silva, figura polémica, de que possivelmente já terão ouvido falar, e que este ano me calhou em introdução à museologia. Adiante. A sugestão é a de NÃO PERDEREM (pela alma das vossas mãezinhas!!) a exposição "50 anos de arte portuguesa", patente até 9 de Setembro (têm muito tempo, portanto, mas não façam como no Amadeu, e não deixem para o último dia!) na fundação Calouste Gulbenkian. Vale a pena, acreditem! 50 ANOS DE ARTE PORTUGUESA. Exposições De 06/06/2007 a 09/09/2007 Terça, quarta e domingo: 10h00 - 18h00 quinta, sexta e sábado: 10h00 às 22h00, Salas de exposições temporárias no piso 0 e 01 da SedeEsta exposição de arte portuguesa, que integra o programa das Comemorações do Cinquentenário da Fundação Calouste Gulbenkian, é uma iniciativa conjunta do Serviço de Belas-Artes e do Centro de Arte Moderna, com curadoria de Raquel Henriques da Silva, em colaboração com as curadoras-adjuntas Ana Filipa Candeias e Ana Ruivo.
A exposição apresenta uma selecção de centena e meia de obras da colecção do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão escolhidas em articulação com a documentação existente sobre os artistas apoiados, em subsídios e bolsas, pela Fundação desde 1957 até à actualidade.Este cruzamento, colecção e arquivo, permite que as obras de arte possuam um lastro significante, vindo da voz dos seus próprios criadores, através dos seus relatórios de trabalho.
Deste modo, 50 anos de arte portuguesa pretende ser uma peculiar celebração: a de um intenso convívio entre uma instituição e largas dezenas de artistas – conjunto vasto de autores com elevado reconhecimento na História de Arte Portuguesa – que envolve apreço, mútua dádiva, estabelecimento de novas prioridades e algumas provocações.
Uma das obras que mais me cativou foi "Instrumental Version", de João Onofre, 2001:(Zé, lembrei-me logo de ti! - liga-se perfeitamente ao teu anúncio de carros favorito!)
19 de junho de 2007
Elevator Movie

Starvation is not a problem for them, as Lana entered the elevator with a bag full of groceries which is mysteriously found to be filled with fresh food every morning. After enough time passes, Jim gives up hope of escape and resigns himself to building a new life in the elevator with who he sees as his first girlfriend. Lana on the other hand desperately wants to escape, and clings to her faith in God to provide them with an opening of the elevator doors. Eventually, a reluctant and desperate romance begins between the two, but it is promptly cut short by an inexplicable transformation of parts of Lana's body into metal
18 de junho de 2007
Jeff Buckley - Lover You Should've Come Over (Live)
Porque não me sai da cabeça há dias e dias. Uma das canções da minha vida - sempre lá para mim quando os blues tomam o controlo... "so, i'll wait for you, and i'll burn. will i ever see your sweet return?..." (suspiro...)